Dica para os Pais

Dicas para os Pais

Dicas para papais e mamães

Visitar um recém-nascido é uma situação bem delicada! Veja aqui algumas dicas para não fazer feio nessa situação!

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Quais itens que as mamães precisam levar para o hospital?

1 Pacote de fraldas P ou RN (Dependendo do peso do bebê)
4 Macacões de Manga Comprida
2 Roupinhas do tipo body (Manga Comprida)
2 Roupinhas do tipo body (Manga Curta)
4 Calças
4 Meias
1 Toalha de banho
1 Cobertor
1 Manta
1ª Troca do bebê

Saída da Maternidade:
1 Sabonete Líquido (Granado)
1 Pacote de Lenço Umedecido

Atenção aos cheiros

Não use cosméticos ou perfumes fortes, pois eles podem irritar o bebê. Também é importante prestar atenção aos cigarros: se você é fumante, pare de fumar algumas horas antes da visita, pois essas substâncias ficam impregnadas nas roupas e mãos.

Avise quando estiver indo

Mande uma mensagem ou faça uma ligação para confirmar com os pais se você realmente pode ir naquele horário que vocês combinaram. Essa é uma atitude elegante, e a mãe lhe será extremamente grata por isso.

Como dar banho em meu bebê?
No primeiro mês de vida, o banho deve ser realizado em duas etapas:
Lavar o rosto do bebê apenas com água morna e em seguida lavar o couro cabeludo com água + sabonete e enxaguar. Depois lavar o restante do corpo. Isto faz com que o bebê perca menos temperatura (esfrie menos) durante o banho.
Como escolher as fraldas
Quando temos um bebê em casa ou vamos ter um bebê, teremos um caso de amor com a famosa fralda. Hoje, quando vamos comprar fraldas, vemos uma grande quantidade de modelos e tamanhos. Para lhe dar uma ajudinha, saiba tudo sobre o produto que vai fazer parte da sua vida por meses a fio.
 
Fralda descartável comum: é a opção mais econômica, mas às vezes pode não ser tão eficiente contra vazamentos, além de poder provocar irritações na pele do bebê. Porém, isso não é uma regra. Há crianças que se adaptam muito bem a essas fraldas e outras que têm alergia mesmo àquelas consideradas respiráveis.
 
Fralda descartável respirável: geralmente é a mais cara, mas também a menos propensa a causar alergias ou assaduras. Isso porque, em vez de uma camada feita apenas de plástico, apresenta revestimento de tecido que proporciona mais conforto ao bebê. Costuma também ter camadas de gel que absorvem o xixi, deixando a pele mais sequinha. Há opções diurnas e noturnas, que prometem mais horas de absorção. Novos modelos no mercado, voltados para bebês maiores (a partir do tamanho G), têm formato de short, para deixar os movimentos mais livres.
 
Fralda de pano: pode parecer coisa de avó, mas embora não existam estatísticas, é cada vez mais comum ver mulheres que optam por esse tipo de fralda. Se você está imaginando aquele tecido dobrado preso por alfinetes, saiba que não é bem assim. Até as fraldas de pano ficaram modernas! Os modelos disponíveis hoje têm estampas divertidas e fecham com velcros ou botões. Elas ressurgiram com a onda do ecologicamente correto, mas muito se questiona se seriam realmente sustentáveis, pois demandam gasto de energia, sabão e água, já que precisam ser lavadas diariamente.
 
Fralda de praia e piscina: possui tecnologia à prova d’água, que não deixa a fralda vazar ou inchar. Tem formato de short, o que ajuda na hora de vestir.
 
Fralda de berço: O protetor de colchão fralda é um produto descartável que protege a cama absorvendo possíveis vazamentos. Com isso, ele protege a pele do bebê contra a umidade, prevenindo irritações e proporcionando maior conforto.
Como proteger seu filho da dengue
Um levantamento do Ministério da Saúde, divulgado em março, mostrou que 340 municípios brasileiros estão em situação de risco para a epidemia de dengue, sendo a maioria na região Nordeste (171), seguida pelo Sudeste (54), Sul (52), Norte (46) e Centro-Oeste (17). O cenário alarmante faz com que os pais busquem formas para proteger os filhos, no entanto, as crianças com menos de dois anos não podem usar qualquer tipo de repelente contra insetos. Atualmente, a única substância que pode ser usada para proteger bebês acima de seis meses é a IR3535 (os menores não podem usar nenhuma). Os pais devem checar o rótulo do produto e observar se a concentração desse elemento no repelente é de 30%. Esses produtos conferem proteção de quatro horas. Outros dois repelentes também podem ser utilizados por crianças, com as substâncias DEET e Icaridina (KB3023) na composição, mas apenas por aquelas com dois anos ou mais. A Icaridina deve ter concentração de 25% e protege de oito a dez horas. O DEET só pode ser usado em maiores de dois anos, na concentração de 10%. Ele protege por quatro horas. As três substâncias são eficazes na proteção contra o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue. Elas afastam o inseto e são recomendadas pela OMS (Organização Mundial de Saúde).
Nos mercados e farmácias, é possível encontrar repelentes em diferentes texturas, como spray, gel, creme ou loção. Quem preferir o produto em spray deve tomar cuidado na hora de aplicar na criança. Nunca espirre diretamente no rosto. Coloque o repelente nas mãos e depois aplique. Os produtos que combinam repelentes com filtros solares não são indicados pelos profissionais, pois precisam ser reaplicados com uma frequência maior, o que pode causar danos à pele da criança. Primeiro passe o protetor solar, aguarde 30 minutos para que a pele o absorva e, depois, aplique o repelente próprio para cada faixa etária.
 
Repelentes naturais e óleos
Repelentes naturais, como óleos de andiroba, eucalipto e citronela, são eficazes, no entanto, protegem por pouco tempo. Para ser mais eficiente, teria de ser aplicado a cada duas horas, e a indicação é apenas para crianças acima de dois anos.
 
Abaixo de seis meses
Como não é recomendado utilizar repelente em bebês com menos de seis meses, os pais devem tomar outras medidas preventivas para evitar picadas de insetos. Uma delas é manter as crianças em ambientes fechados, com portas bem vedadas e as janelas teladas. Se possível, o ambiente deve ser refrigerado com ar-condicionado, principalmente do amanhecer ao pôr-do-sol, que é quando o mosquito mais ataca.
 
Artigo editado pelo Dr Jorge Chade Rezeck
Cuidado com as fotos

Esse é um tópico que merece atenção especial. Não tire fotos do recém-nascido e jamais publique-as em redes sociais sem a autorização dos pais. Se a mãe e o pai do pequeno não se importarem com a fotografia, não aproxime demais o celular do rosto da criança, e também não use flash na hora de fazer os cliques. Para olhos tão sensíveis que estão começando a se abrir, a luz pode ser extremamente desagradável, e até mesmo perigosa, pois há risco de machucá-los.

Faça uma visita rápida

Esse é um tempo de adaptação entre a mãe e o bebê, por isso, não demore. Para as mães que passaram por uma cesariana, existe ainda o mal-estar do pós-operatório – em geral elas sentem um pouco de dor e não conseguem se movimentar muito bem. Se quiser fazer a visita perfeita, conheça o pequeno, converse um pouco com os pais, ofereça ajuda e, depois, vá embora. Também é importante não fazer as visitas em horários próximos das refeições.

Lave sempre as mãos

Antes de visitar o recém-nascido (e assim que você entrar em sua casa ou quarto de maternidade), é imprescindível higienizar bem as mãos. Uma forma prática de resolver a questão é usar álcool gel. Ou, então, peça para usar o banheiro e lave-as com água e sabão. Todo o ambiente deve estar limpo para manter o bebê protegido.

Mamadeira
Quando a amamentação não é possível, o uso da mamadeira pode ser indicado. E ai alguns cuidados devem ser tomados, tais como: Os bicos com formato anatômico e de tamanho indicado para a idade, orifício do bico deve ser pequeno e de acordo com cada tipo de líquido, higienização dos utensílios, manter o bebê semi sentado durante o aleitamento. E o principal, o amor ser vivido na mesma intensidade.
Mas, o que corriqueiramente acontece é que estes hábitos perduram por um tempo maior que o ideal. Então ai vão algumas dicas:
 - Já aos seis meses de idade, substitua a famosa mamadeira da água/suco (chuquinha) pelo copo de transição (ou treinamento). Que possuem uma válvula que evita que o liquido seja derramado, mesmo se virado de ponta cabeça.
- A partir de 1 ano e meio ou por volta dos 2 anos de idade, substitua a mamadeira do leite da manhã por um copo infantil que possua o bico de consistência mais dura e de formato parecido com os de treinamento.
 
Artigo editado pelo Dr Jorge Chade Rezeck 
Não apareça doente

Por maior que seja sua proximidade com a família, não visite o bebê se você estiver com algum problema de saúde. Espere até se recuperar 100%, pois imunidade do mesmo é frágil e ele pode acabar adoecendo. Todo cuidado é pouco!

Não leve crianças

Se puder, não leve seu filho nessa visita. Como as crianças são ativas, gostam de pular, brincar, cantar, podem acabar agitando o bebê – o que afetará o clima tranquilo e harmônico em que a casa está. Se não tiver outra alternativa, converse antes com a criança e explique como será a visita.

Não fique “apertando” o bebê

É importante respeitar o organismo do bebê, que ainda não tem a imunidade fortalecida. Por isso, evite pegar nas mãos do bebê (eles sempre as levam à boca), não o beije ou aperte muito. Em alguns meses, você poderá brincar com ele tranquilamente, mas nessa hora é melhor preservá-lo.

O que devo observar durante o banho do bebê?
O banho é praticamente o único momento do dia em que o bebê deve ficar sem roupas. Por isso, é nesse momento que se deve observar a pele do bebê em busca de alterações como manchas ou lesões.  Algumas características são comuns na pele do bebê, como as manchas mongólicas (manchas arroxeadas ou azuladas nas nádegas, comuns em filhos de orientais e negros), hemangiomas (manchas avermelhadas presentes principalmente no rosto) e o eritema tóxico (pequenos pontos avermelhados, presentes no rosto, peito, barriga e costas). Em nenhum dos casos é necessário algum tipo de tratamento, pois desaparecem sozinhas. Em caso de dúvida, procure sempre seu pediatra e pergunte a ele sobre o diagnóstico.
É possível que durante o banho, o bebê apresente discreta coloração arroxeada nas extremidades (mãos e pés) que em geral indicam frio. Por isso, o banho deve ser rápido e em local livre de correntes de ar.
Não utilizar talco ou perfume na pele do bebê após o banho. Isto pode desencadear reações alérgicas.
Pergunte aos pais

Está em dúvida se é melhor visitar o recém-nascido no hospital ou esperar para conhecê-lo quando ele já estiver em casa? Não sabe qual é o melhor horário para fazer a visita? Então pergunte aos pais ou pessoas próximas (como os avós), que estão participando da rotina familiar. Acredite: é melhor fazer isso do que ter uma surpresa desagradável, chegando em um momento ou local inapropriado.

Praia, piscina e bebês
Segundo o 1º Consenso Brasileiro de Fotoproteção (28/11/2013), da Sociedade Brasileira de Dermatologia, a criança só pode usar protetor solar acima dos 6 meses de idade. Até essa idade não é recomendável que se exponha diretamente ao sol. Confira abaixo cinco dicas, que vão desde o uso de protetor solar até os riscos que a água do mar pode oferecer à saúde dos bebês:
 
1) Horário: Antes das 10h e depois das 15h são os horários no qual a exposição aos raios UVA e UVB é menos intensa. É neste intervalo que podem ocorrer queimaduras solares, insolação e até câncer de pele dependendo do grau e tempo de exposição ao sol.

2) Hidratação e alimentação: Muito cuidado ao expor os bebês ao sol, pois eles transpiram mais do que os adultos. Quanto menor a criança, maior é a perda de umidade (transpiração), necessitando de cuidados especiais de hidratação. Portanto, ofereça bastante água ao bebê. Outros líquidos como chá frios não industrializados além de frutas naturais e frescas, podem ser servidos. 

3) Fotoproteção: De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia, deve-se aplicar um protetor com FPS superior a 30 e proteção UVA, indicado para o público infantil, em todo o corpo do bebê, de 15 a 30 minutos antes de sair de casa. O uso deve ser repetido a cada duas horas, mesmo que a criança não entre na água ou que o produto seja resistente à água. Além disso, o uso de guarda-sol, mesmo antes das 10h e depois das 15h é fundamental, bem como roupas apropriadas.

4) A água do mar e o cloro da piscina: As águas do mar e da piscina podem representar outro entrave importante para a saúde. Os mares de nosso litoral, em uma boa parte, não são saudáveis para banhistas, principalmente para crianças, que tem a pele mais sensível e costumam engolir a água salgada, potencialmente contaminada. Ao programar a ida à praia consulte a condição da qualidade da água do mar na praia onde deseja ir.

5) Segurança: Os adultos devem redobrar a atenção com bebês e crianças em praia e piscina para evitar acidentes. Nunca deixe a criança sozinha, elas costumam se perder e também podem se afogar. Além disso, no verão as praias costumam ficar mais sujas com latas de cerveja e refrigerantes, garrafas quebradas e restos de cigarros acessos, podendo causar acidentes.
 
Artigo editado pelo Dr Jorge Chade Rezeck
Qual a temperatura certa para o banho do recém-nascido?

Se medida do termômetro para o banho, a temperatura da água para o banho deve estar entre 35 a 37C. Se não houver termômetro, verificar a temperatura agradável da água com a face interna do antebraço.

Posso colocar alguma solução na água do banho?
Não. Utilize apenas água morna.
Respeite as escolhas dos pais

Se eles não querem que você pegue o bebê no colo, não insista. Também não fique palpitando sobre como eles devem agir. Lembre-se de que o que uma mãe mais precisa nessa fase é de respeito e ajuda, não de palpites.

Sucção de Chupeta e Dedo
A sucção é importante para satisfazer as necessidades nutritivas, psicológicas e emocionais da criança e faz parte do desenvolvimento psicomotor da infância. O ideal seria que a remoção do hábito de sugar chupeta ou dedo ocorresse entre 1 ano e meio e 2 anos de idade. Pois, quando se estende, torna se extremamente prejudicial. Para remover este hábito, motivar as crianças de maneira construtiva – por meio de diálogos, fotografias, filmes, modelos, sempre reforçando o lado positivo. Frases como “você fica mais bonito (a) sem chupeta” são muito mais eficazes do que repreensões/ punições como “tire o dedo da boca” ou “você vai ficar horrível se continuar com a chupeta”. No caso das crianças que tem o hábito da sucção digital, deve se oferecer atividades lúdicas e que estimulem o uso das mãos, de modo que, distraindo-se com outras atividades, a remoção do hábito seja suave e paulatina. O suporte psicológico nos casos do uso prolongado de chupetas ou de sucção de dedo pode ser a chave do sucesso da superação da fase oral e restabelecimento do desenvolvimento.
 
Artigo editado pelo Dr Jorge Chade Rezeck 

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